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Afinal o que é a Síndrome de ‘Burnout’?

postado em 27 de fev. de 2020 11:23 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital   [ 2 de mar. de 2020 04:30 atualizado‎(s)‎ ]

Na última semana um tema muito importante teve lugar nas redes sociais, a 'Síndrome de Burnout'. 

Fazer a inclusão dessa doença faz com que haja uma maior atenção à enfermidade. Só no Brasil, uma pesquisa feita pela International Stress Menagement Association revelou que cerca de 30 milhões de brasileiros são afetados pela síndrome.


Primeiro vamos entender, afinal o que é essa Síndrome de ‘burnout’?

‘Burnout’ vem do inglês: esgotamento. É descrita como um esgotamento total físico e mental da pessoa devido sua vida profissional. O termo foi criado pelo psicólogo Herbert J. Freudenberger em 1974, que caracterizou o problema com uma série de sintomas que vão desde dor de cabeça, insônia, irritabilidade até comportamento depressivo.

O motivo mais frequente para o aparecimento é quando o profissional tem maior demanda do que recursos ou tempo para apresentar os resultados, trazendo desgaste e tensão emocional.

A ansiedade pode ser um dos primeiros sinais que o corpo indica, seguido de uma série de alterações físicas como aumento da frequência cardíaca e da respiração. Por isso em alguns momentos pode ser confundido com estresse, que por definição é quando acontece por uma situação específica e dura pouco tempo, enquanto a síndrome de ‘burnout’ é gradativa e dura um longo período, podendo ser incapaz de lembrar quando foi a última vez que dormiu bem ou não teve dor de cabeça.

Além desses sintomas, a pessoa pode sentir uma profunda sensação de impotência, desmotivação, falta de engajamento e irritabilidade, frieza, falta de empatia com colegas e forte sentimento de culpa por não estar dando conta.

O sentimento de culpa é um dos grandes vilões na detecção do problema, visto que a pessoa tende a esconder com medo de perder o emprego e costuma querer trabalhar ainda mais para compensar a baixa produtividade.

Lembre-se: nada começa do dia para noite, ao perceber que há algo errado, você deve procurar ajuda de um psicólogo para fazer o diagnóstico correto.

A visita ao ginecologista é essencial para a manutenção da saúde das mulheres!

postado em 12 de fev. de 2020 09:46 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital   [ 12 de fev. de 2020 09:52 atualizado‎(s)‎ ]

Prevenção, cuidado ou tratamento são os motivos pelos quais mulheres sempre precisam procurar um médico ginecologista.



Fonte: g1.com.br


Quando falamos em saúde da mulher nos referimos a uma série de cuidados que devem ser mantidos constantemente e ao longo de toda vida, conciliando aspectos físicos, mentais e emocionais que envolvem o público feminino. Por isso, a periodicidade de visitas ao ginecologista, o médico responsável pelo estudo e cuidado com o sistema reprodutor feminino, é tão importante para que a saúde da mulher mantenha-se equilibrada. 


É esse profissional que poderá auxiliar nas dúvidas e sintomas das pacientes desde a adolescência até a terceira idade, assim como pode encaminhar à realização de exames de rotina ou àqueles investigativos, para casos de complementação no diagnóstico de doenças.


A partir dos 40 anos a ida no ginecologista passa a ser fundamental por mais uma razão: a realização da mamografia para detecção precoce do câncer de mama. Na maioria dos casos esta doença desenvolve-se de forma silenciosa e discreta, não gerando dores ou desconfortos graves, e por isso o exame anual pode facilitar um diagnóstico precoce, possibilitando até 95% de chance de cura mediante tratamento especializado.

Melhores informações, favor agendar uma consulta com o médico Ginecologista de sua preferência.



Terapia ocupacional e os benefícios para a saúde mental

postado em 23 de jan. de 2020 17:15 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital

A utilização da terapia ocupacional pode ser resumida pela avaliação e tratamento, de modo que a avaliação determina quais os instrumentos e técnicas poderão ser utilizadas pelo terapeuta ocupacional para o paciente e ajuda na identificação das seguintes áreas de desempenho do indivíduo.

Fonte: 
https://www.portaleducacao.com.br/

A terapia ocupacional, no âmbito de saúde mental é um recurso terapêutico que ajuda no reconhecimento de que a saúde do indivíduo está ajustada sobre as complexidades dos conhecimentos diários, da autossatisfação e dos contextos sociais. Indivíduos portadores de transtorno mental utilizam como recurso terapêutico e conseguem muitos objetivos, entre eles:

- Reconhecimento sobre a atuação da organização da vida diária;
- Possibilita o indivíduo a expressar o seu cotidiano junto com o terapeuta;
- Habilita as habilidades cognitivas como – noções de espaço, raciocínio lógico, coordenação motora e concentração.

A terapia ocupacional ajuda o indivíduo a entender seus valores e interesses dentro das relações interpessoais e da própria sociedade. As atividades auxiliam este processo reduzindo bastante o sofrimento causado pelo transtorno mental, atuando sobre a complexidade da vida do indivíduo.


Cuidando da saúde desde o nascimento!

postado em 23 de dez. de 2019 05:37 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, quase 300 milhões de pessoas acabam desenvolvendo doenças oculares ao longo da vida.

Com base nessa informação, é possível concluir que a falta de conhecimento faz com que os pais não notem os sintomas iniciais de doenças que podem levar, nos casos mais graves, à cegueira. Com exames preventivos e os cuidados básicos, é possível reduzir o prejuízo futuro à saúde ocular.

Fonte: https://clinicasantabranca.com.br/

1- Cuidados com a saúde ocular desde o feto

Começando pela fase inicial de desenvolvimento do feto, podemos citar como um dos principais causadores de cegueira no bebê as doenças como a toxoplasmose ou rubéola.

Dessa forma, é imprescindível a realização de um bom pré-natal, com acompanhamento médico e de especialistas que ajudam a evitar a contaminação do bebê.


2- Acompanhamento oftalmológico do bebe

Ao nascer, algumas doenças já podem ser diagnosticadas. Uma delas é o glaucoma, que pode deixar os olhos do bebe grandes e arroxeados, lembrando uma jabuticaba. Não é possível ver o branco dos olhos. Além disso, é feito o teste do olhinho, para identificar a possível existência de um tumor na retina, o retino blastoma.

Muitas vezes, os pais de criança, ao ver uma foto tirada do bebe com flash, veem algo estranho. Ao invés dos dois olhinhos ficarem vermelhos no lugar da pupila, um fica esbranquiçado. Pode ser sinal de retino blastoma, portanto é fundamental levar a criança ao oftalmologista.


3- Prevenções com a saúde dos olhos durante a infância

Nessa fase em que a vida escolar começa, é importante a realização de consultas periódicas com um oftalmologista, para averiguar se não há nenhuma anormalidade que possa estar prejudicando o seu filho na escola. A necessidade de uma correção visual pode ser necessária.

Porém, antes de mais nada, é sempre válido observar alterações no comportamento, como mania de coçar os olhos e piscar em excesso.


4- Problemas oculares na adolescência

Na adolescência , além das doenças oculares citadas acima, os adolescentes são mais suscetíveis ao surgimento do ceratocone. Esse distúrbio ocular provoca alterações na córnea, causando coceira nos olhos, sensibilidade à luz e diminuição da qualidade da visão.

No entanto, o fato mais preocupante é que, na maioria das vezes, pessoas da faixa etária dos 13 aos 20 anos não costumam notar esse tipo de sintoma como um problema de saúde. De qualquer maneira, o tratamento melhora a qualidade da visão e diminui os danos à córnea, mas o quanto antes for realizado melhor é a sua eficácia.


5. Cuidado com os olhos na vida adulta

A maior queixa que os pacientes relatam no consultório é a vista cansada. Isso porque as longas horas que a maioria passa em frente a computadores e dispositivos que emanam luz acabam prejudicando a produção de melatonina, hormônio responsável pelo sono, o que em falta, acaba afetando a visão gradativamente.

Lembre-se, toda alteração na visão deve ser acompanhada por um médico. Detectando o problema ainda no estágio inicial, você terá mais chances de ter uma boa visão mesmo na velhice, vivendo com mais qualidade de vida.

Aprenda a aplicar colírio da forma correta! Confira:

postado em 3 de dez. de 2019 07:00 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital

Na hora de pingar o colírio, muita gente desperdiça várias gotas para conseguir fazer com que uma delas seja corretamente aplicada. Isso acontece porque temos uma tendência natural a piscar quando nossos olhos percebem um objeto se aproximar. Confira abaixo algumas dicas para facilitar essa tarefa e torná-la muito mais efetiva.


Fonte: http://www.coa.com.br

Antes de aplicar o colírio

Lave bem as mãos para evitar a contaminar os olhos com alguma bactéria e retire a tampa do colírio sem manipular seu aplicador.

Durante a aplicação

Incline sua cabeça para trás e puxe levemente a pálpebra inferior.

Cuidado para não encostar o aplicador nos olhos! Pingue o colírio dentro do olho e não na pálpebra ou nos cantinhos internos. Isso estimula a produção da lágrima, fazendo com que o colírio não aja de forma eficaz.

Depois de aplicar

Feche os olhos delicadamente. Se você piscar repetidamente após a aplicação do colírio, a gota aplicada tende a ser drenada pelo canal lacrimal, o que reduz a ação terapêutica do medicamento podendo causar efeitos adversos.

Pressione levemente o canto interno para reduzir a drenagem, possibilitando que a gota administrada permaneça por mais tempo na superfície ocular.

Se a sua prescrição orienta repetir a aplicação, ou se você faz uso de mais de um tipo de colírio, aguarde de 5 a 10 minutos para a nova aplicação. Se não houver um intervalo para a nova aplicação, o efeito do primeiro colírio vai ser significativamente reduzido, pois ele será “enxaguado” pela segunda gota.

Orientações importantes


O colírio deve ser como a sua escova de dentes. Assim, seu uso é estritamente individual, para evitar contaminações. Esteja atento às observações do rótulo, se deve ser mantido em temperatura ambiente ou sob refrigeração.

Uma vez aberto, o colírio deve ser utilizado em 30 dias e descartado. Nunca, jamais, em tempo algum utilize qualquer colírio sem prescrição médica! Isso pode piorar ainda mais a situação. 


Esperamos que nossas dicas ajudem você a aplicar colírio de forma descomplicada!

Para saber se os seus olhos precisam de um colírio específico, para exames de rotina ou qualquer outra eventualidade, agende agora sua consulta com o médico Oftalmologista!

O mês de Novembro chama a atenção para o cuidado do homem com a saúde da próstata!

postado em 11 de nov. de 2019 05:36 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital

A cada dia 42 homens morrem em decorrência do câncer de próstata* e aproximadamente 3 milhões vivem com a doença, sendo essa, a segunda maior causa de morte por câncer em homens no Brasil. São estimados para este ano 68.220 novos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Frente a essa realidade, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) inicia mais uma edição da campanha Novembro Azul, que chama a atenção para o diagnóstico precoce do câncer de próstata e também para a saúde do homem de forma global.

Fonte: 
https://portaldaurologia.org.br/

A SBU recomenda que os homens a partir da puberdade devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada. O início da avaliação do risco de câncer da próstata começa aos 50 anos e, naqueles da raça negra, obesos mórbidos ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos. Os exames deverão ser realizados após uma análise dos fatores de risco pelo urologista e ampla discussão de riscos e potenciais benefícios, em decisão compartilhada com o paciente. Após os 75 anos, poderá ser realizado apenas para aqueles com expectativa de vida acima de dez anos.

“É importante esclarecer que, além do câncer, a próstata pode apresentar outros problemas como seu crescimento benigno, que atinge cerca de 50% dos homens acima de 50 anos, gerando dificuldade de micção, e a prostatite, que é a inflamação da glândula. Assim, a avaliação da próstata é importante.

Novidades no tratamento

Muitos homens têm medo do diagnóstico de câncer, porém, a medicina tem evoluído para proporcionar aos pacientes tratamentos menos invasivos e cada vez mais eficazes. É isso que aponta o coordenador do Departamento de Uro-Oncologia da SBU, Dr. Wilson Busato. Ele explica que atualmente é priorizada a separação entre identificação de um tumor na próstata e a necessidade de tratá-lo, evitando tratamentos agressivos para doenças de baixo risco de progressão e reduzindo o “supertratamento” ou tratamentos desnecessários.

Melhores informações favor consultar o seu médico Urologista. Caso não tenha um, favor acessar nossa guia de contato e agendar agora mesmo sua consulta.

Entenda como a ultrassonografia pode detectar o câncer de mama!

postado em 25 de out. de 2019 11:43 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital

A ultrassonografia tem se destacado, cada vez mais, como um método de diagnóstico seguro e eficaz de diversas patologias. As razões são desde a facilidade no acesso pelo paciente, bem como a capacidade técnica do equipamento em identificar alterações de órgãos e tecidos. No âmbito da ultrassonografia mamária não é diferente. Além de apontar lesões suspeitas ainda não vistas na mamografia é possível auxiliar na diferenciação de nódulos – císticos ou sólidos – e suas características que indiquem benignidade ou malignidade.

Fonte: https://syriusmedical.com.br/

A ultrassonografia da mama é uma importante aliada na identificação de alterações nas mamas. A técnica é mais indicada em alguns casos específicos, como:

– Em mulheres nas quais as mamas são densas, como em jovens. Mamas densas impedem uma visão completa das estruturas mamárias no exame de mamografia, pois o tecido fibroglandular prejudica a identificação de nódulos;
– Mulheres que apresentam mamas densas após a menopausa e, portanto, estão em um grupo mais suscetível ao surgimento de câncer de mama;
– Em casos nos quais é necessário identificar a localização de uma lesão antes de realizar a biópsia da mama;
– Como complemento da mamografia, em casos nos quais são identificados assimetrias durante o primeiro exame e é necessária uma investigação mais detalhada para um diagnóstico correto.

Normalmente, cistos simples são quase sempre benignos, enquanto nódulos sólidos podem ser malignos ou benignos. Como a ultrassonografia da mama permite uma visão mais detalhada da mesma, o exame permite a identificação de nódulos com uma resolução melhor comparada à mamografia. É possível assim avaliar o formato do nódulo, se ele é sólido ou oco, a localização, o contorno e a sua margem.

Todas essas informações permitem que o especialista verifique se a ocorrência é maligna, encaminhando a paciente para o tratamento mais adequado. Em alguns casos, mesmo nódulos benignos precisam ser removidos, sendo importante um diagnóstico correto e uma conduta adequada.

A mamografia é mais adequada para identificar calcificações na mama, mas é importante ressaltar que a ultrassonografia da mama não substitui a mamografia, principalmente em mulheres com mais de 35 anos, que devem ter um acompanhamento médico regular.

Como é realizada a ultrassonografia da mama?

A ultrassonografia da mama é semelhante à realizada na região do abdome, exame mais conhecido. O aparelho utilizado é o mesmo, com diferença do transdutor ter a superfície reta. O procedimento é realizado com a mulher em posição dorsal e com os braços atrás da cabeça, sendo somente necessário virar-se de bruços em casos de mamas volumosas, para melhor visualização da parte interna.

O médico responsável pelo procedimento aplicará o gel na região a ser analisada e iniciará o exame pressionando levemente o aparelho. A ultrassonografia não é um exame dolorido, podendo causar desconforto apenas em mulheres com hipersensibilidade nas mamas.

O exame demora de 15 a 30 minutos para ser realizado, dependendo do caso. A ultrassonografia da mama apresenta-se como um dos exames mais completos no auxílio ao diagnóstico do câncer de mama, incluindo casos com lesões pequenas e de difícil visualização. Com seu auxílio, a mulher tem mais chances de descobrir e iniciar um tratamento precocemente, aumentando a probabilidade de cura.

Saiba o que é HPV, quais os sintomas e como prevenir!

postado em 22 de out. de 2019 13:35 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital   [ 22 de out. de 2019 13:36 atualizado‎(s)‎ ]

Entenda o que é HPV

Trata-se da sigla para Papilomavírus Humano. Até hoje são conhecidos mais de 150 tipos de HPV. Cerca de 40 deles podem infectar o trato anogenital (a área que compreende o ânus e a genitália).

Fonte: uol.com.br/noticias/viva-bem

Quais são as formas de transmissão?

O vírus pode ser contraído durante o sexo vaginal, anal, oral e até ao masturbar o parceiro. Não é necessário que haja penetração. Caso as lesões acometam a base do pênis ou da vulva, por exemplo, a camisinha poderá não impedir a sua transmissão.

 Apesar disso, o uso do preservativo continua sendo um método importante de proteção e não deve ser dispensado, pois ele reduz o risco de exposição não só ao HPV, como a outros agentes infecciosos como o HIV, a gonorreia, a clamídia e o herpes.

Raramente ocorre a transmissão vertical —de mãe para filho — na hora do parto, e a presença do HPV não é motivo que impeça a evolução para o parto vaginal.

 

Como reconhecer os sintomas?

A maioria das pessoas sexualmente ativas entrará em contato com o HPV em algum momento da vida e poderá desenvolver algum tipo de lesão. Cerca de 90% dos infectados apresentarão uma infecção transitória pelo HPV, ou seja, eles eliminarão o vírus sem nem saber que se infectaram e sem apresentar sintoma algum.

Em aproximadamente 10% das mulheres a infecção persistirá, aumentando o risco de desenvolver o câncer cervical.

Uma minoria dos indivíduos infectados pelo HPV (1%) apresentará as verrugas genitais, também conhecidas como condiloma acuminado ou infecção clínica pelo HPV. Tais verrugas não estão associadas ao desenvolvimento do câncer do trato genital.

 

Como prevenir o HPV

Apesar de o uso do preservativo ser essencial para se proteger do HPV e de outras IST, a melhor e mais eficaz forma de prevenção dos vírus é a vacinação, especialmente antes do início da atividade sexual. Por isso, ela geralmente é indicada pelo pediatra, mas o ginecologista também poderá fazê-lo. 

A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), não requer autorização prévia dos pais ou responsáveis e é composta por duas doses com intervalo de seis meses entre a primeira e a segunda aplicação.

Falta de vitamina D durante o período de gestação é fator de alto risco para o Autismo

postado em 16 de out. de 2019 05:04 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital

Há um emaranhado de fatores de risco para O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), que prejudica a capacidade de interação e comunicação. Entre as condições potencialmente determinantes estão aspectos genéticos e não genéticos – como infecções, complicações obstétricas e nutrição, que, durante a gestação, são fatores para TEA.


Alvo de crescente interesse nos últimos anos, o tema estimula pesquisas que reforçam que casos de autismo são mais predominantes quando taxas de vitamina D da gestante são baixas.

O que já sabemos é que há maior risco para parto prematuro e para a hipertensão durante a gravidez em mães cujos organismos são pobres em relação a essa substância, observa José Mendes Aldrighi, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Mencionando um estudo publicado em congresso da Faculdade Real de Psiquiatria do Reino Unido, em 2017, Aldrighi cita que os pesquisadores constataram uma associação entre baixas taxas de vitamina D nas mães, em um período entre 18 e 25 semanas de gestação, e o diagnóstico de autismo para essas crianças quando estavam entre 6 e 9 anos.

Todos os médicos que fazem pré-natal devem saber dessa possibilidade e precisam estar atentos à recomendação da suplementação de vitamina D”, analisa o ginecologista, lembrando que não encontramos quantias suficientes da substância na alimentação cotidiana e que o uso de filtro solar, necessário para a prevenção do câncer de pele, também prejudica a produção da vitamina D. Dessa maneira, “a suplementação é indispensável”.

Prevalência

Dados: Estima-se que exista hoje um caso de autismo em cada 110 pessoas nos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possui cerca de 2 milhões de autistas.

Tremor nas PÁLPEBRAS? Saiba o que significa este sinal!

postado em 23 de set. de 2019 05:01 por 2f Digital - Agência de Marketing Digital   [ 23 de set. de 2019 05:09 atualizado‎(s)‎ ]

Muitas vezes, quando o corpo passa por um período de cansaço ou estresse excessivo, é comum que ele apresente alguns sinais que indicam como está a sua condição física ou emocional naquele momento. E o tremor nas pálpebras representa um desses sinais.


Fonte: https://hco.med.br/

Esse movimento involuntário que ocorre na região da pálpebra, também conhecido como blefaroespasmo, pode durar pouco tempo ou mesmo persistir por dias.

Mas, independentemente de sua duração, ele com certeza representa um sinal de alerta de que o organismo pode estar no ápice do estresse. E, portanto, é essencial ficar atento quanto a isso.

Por que o tremor nas pálpebras pode indicar estresse ou cansaço?

O tremor nas pálpebras, assim como outros movimentos involuntários dos olhos, são contrações que estão diretamente ligadas ao estresse. Estes sinais ocorrem quando o organismo libera quantidades grandes de hormônios que agem diretamente nas terminações nervosas de alguns músculos, fazendo com que as pálpebras se contraiam de maneira involuntária.

Além do tremor nas pálpebras, outros sinais físicos também podem indicar quando o organismo está no auge do estresse ou cansaço, como dificuldades para dormir, falta de energia, sonolência, arritmia, entre outros.

Apesar do tremor nas pálpebras ser um dos sinais indicativos de estresse e cansaço, ele também pode indicar uma série de outras doenças oculares, tais como Síndrome do Olho Seco, Blefarite e Ceratite.

Apenas médio Oftalmologista! poderá avaliar a raiz do problema, até mesmo para verificar se o problema apresentado realmente se trata de cansaço, estresse excessivo ou algum distúrbio ocular. Agende agora sua consulta!


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