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Dificuldade para enxergar, Sintoma ou Doença?

postado em 16 de mai de 2019 06:15 por Tiago Morandi

Dificuldade para enxergar, Sintoma ou Doença?

Muitos não sabem, mas a avaliação ocular pode ser o ponto de partida para o diagnóstico de doenças graves, que não necessariamente têm origem nos olhos. 

fonte: http://cbo.net.br/novo/publicacoes/revista_vejabem_18.pdf


É importante entender que inúmeras doenças sistêmicas provocam consequências na visão; em alguns casos a manifestação ocular é o primeiro indício perceptível de uma condição sistêmica ou crônica. Sendo assim, fica claro que o oftalmologista exerce papel fundamental no cuidado da saúde como um todo. 

De mesmo modo, os especialistas que tratam de doenças não oftálmicas, mas que podem afetar a visão, têm a responsabilidade de orientar essas pessoas sobre a importância de procurar um oftalmologista. Entre os exemplos de problemas sistêmicos que podem comprometer a visão estão doenças como esclerose múltipla, sífilis, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e tuberculose. 

Confira outros exemplos de doenças sistêmicas que podem prejudicar a saúde dos olhos e como elas agem:

ANEMIA FALCIFORME - Pacientes com anemia falciforme devem consultar o oftalmologista periodicamente a fim de evitar as complicações relacionadas com a neovascularização da retina (glaucoma neovascular, hemorragia vítrea), além de isquemia retiniana e oclusão de artérias ou veias. 

DIABETES MELLITUS - A maioria dos problemas oculares dos diabéticos ocorre na retina, decorrente da falta de suprimento sanguíneo e consequente diminuição da oferta de oxigênio (Hipoxia). O diabetes pode acometer ainda outras estruturas do olho como: cristalino, musculatura extraocular, íris, etc.

HIPERTENSÃO ARTERIAL - Alguns sinais da hipertensão são observados quando realizamos o exame de fundo de olho. Por isso, em inúmeros casos, o oftalmologista é o primeiro a diagnosticar a doença. A retinopatia hipertensiva pode desencadear complicações graves como: neuropatia óptica, oclusões das veias e artérias da retina, etc.

MIASTENIA GRAVE - De acordo com pesquisas, metade dos pacientes com miastenia grave apresenta manifestações oculares. Entre elas ptose palpebral (pálpebras mais baixas que o normal) e oftalmoplegia (doença que consiste no enfraquecimento dos músculos do globo ocular). 

HIPERTIREOIDISMO - O hipertireoidismo pode causar proptose (olho saltado), retração palpebral, visão dupla e desvio ocular, que pode ser o primeiro sinal da condição. As complicações oculares referentes a tireoide podem incluir também úlcera da córnea e perda visual. 

Em todos esses casos a prevenção é o melhor remédio. E esse cuidado deve ser realizado com a orientação de um oftalmologista.Entre em contato e agende já uma consulta.

Tipos de câncer de pele!

postado em 22 de abr de 2019 14:57 por Tiago Morandi

O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém, seus números são muito altos.



Tipos de câncer da pele:

Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. O CBC surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Em alguns casos, além da exposição ao sol, há outros fatores que desencadeiam seu surgimento. Certas manifestações do CBC podem se assemelhar a lesões não cancerígenas, como eczema ou psoríase. Somente um médico especializado pode diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada. O tipo mais encontrado é o CBC nódulo-ulcerativo, que se traduz como uma pápula vermelha, brilhosa, com uma crosta central, que pode sangrar com facilidade.

Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação. Normalmente, os CECs têm coloração avermelhada e se apresentam na forma de machucados ou feridas espessos e descamativos, que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Eles podem ter aparência similar à das verrugas. Somente um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto.

Melanomatipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas pelo paciente, embora sejam mais comuns nas pernas, em mulheres; nos troncos, nos homens; e pescoço e rosto em ambos os sexos. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico.

Pessoas de pele clara e que se queimam com facilidade quando se expõem ao sol, com fototipos I e II, têm mais risco de desenvolver a doença, que também pode manifestar-se em indivíduos negros ou de fototipos mais altos, ainda que mais raramente. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. Normalmente, surge nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar. Em estágios iniciais, o melanoma se desenvolve apenas na camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção cirúrgica e a cura do tumor. Nos estágios mais avançados, a lesão é mais profunda e espessa, o que aumenta a chance de se espalhar para outros órgãos (metástase) e diminui as possibilidades de cura. Por isso, o diagnóstico precoce do melanoma é fundamental. Embora apresente pior prognóstico, avanços na medicina e o recente entendimento das mutações genéticas, que levam ao desenvolvimento dos melanomas, possibilitaram que pessoas com melanoma avançado hoje tenham aumento na sobrevida e na qualidade de vida.

A hereditariedade desempenha um papel central no desenvolvimento do melanoma. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau.

3 cuidados essenciais para todos os tipos de pele!

postado em 22 de abr de 2019 08:12 por Tiago Morandi   [ 22 de abr de 2019 08:15 atualizado‎(s)‎ ]

A pele reveste todo o nosso corpo protegendo contra as agressões externas. É uma grande “capa de proteção” contra fungos, bactérias, produtos químicos, físicos e mesmo fatores ambientais, como o sol.  Assim, todo cuidado com ela é importante. Confira:


Fonte: http://www.sbd.org.br ( Sociedade Brasileira de Dermatologia)

Higiene

A hogiene da pele el geral é de extrema importância, para mante-la limpa dos poluentes em geral e também para a remoção de agentes infectantes que possam se acumular no dia a dia. Para a pele do rosto também a higiene é muito importante, sendo recomendada sua limpeza duas vezes ao dia, de manhã e à noite, para evitar o acúmulo de oleosidade e resíduos de maquiagem e outros produtos, poluentes e poeira. O acúmulo de sujeira na pele do rosto leva à ocliusão dos poros, e favorece o aparecimento de cravos e espinhas, além de contribuir para o envelhecimento precoce.

É recomendável usar sabonete adequado para cada tipo de pele, preferencialmente, líquido. Para peles oleosas a mistas, o ideal é optar por sabonetes à base de ingredientes adstringentes que favorecem a remoção das impurezas e a desobstrução dos poros. 


Hidratação

Uma boa hidratação auxilia na manutenção do viço e da beleza da pele, além de manter a integridade da camada de proteção cutânea e evitar problemas como descamação, ressecamento, envelhecimento precoce, irritações e infecções.

Assim, diariamente, é preciso usar hidratantes adequados a cada tipo de pele e específicos para o rosto e o corpo. É bom lembrar que as peles oleosas também precisam de hidratação. Nesse caso, recomenda-se usar um produto oil free,  à base de água e que não aumenta a oleosidade.

Uma boa hidratação deve ser feita por dentro e por fora. Por isso, além do uso de produtos específicos, recomenda-se a ingestão diária de, no mínimo, dois litros de água. Veja outras medidas que ajudam a manter a pele bem hidratada:

  • Evitar exposição excessiva ao sol.
  • Manter uma dieta rica em frutas e verduras, que contenham muitas fibras.
  • Evitar o uso excessivo de sabonetes, buchas, banhos muito quentes e prolongados, principalmente no inverno.
  • Evitar realizar esfoliações excessivas na pele.

Proteção Solar 

A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo e os raios solares penetram profundamente na pele, podendo provocar diversas alterações, como  o surgimento de pintas, sardas, manchas, rugas e outros problemas. A exposição solar em excesso também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou malignos, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco. Ao sair ao ar livre, procurar ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10 e 16 horas, quando a radiação UVB é mais intensa. Usar sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) 30 ou maior. Cobrir as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Óculos escuros também complementam as estratégias de proteção.

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4 Fatos que você deve saber sobre o Papanicolau!

postado em 10 de abr de 2019 10:26 por Tiago Morandi

Durante o workshop, o ginecologista Julio Resende, coordenador do Programa de Rastreamento de Cânceres Ginecológicos do Hospital de Câncer de Barretos (SP), esclareceu alguns pontos-chave que geram bastante confusão sobre o Papanicolau. 


Fonte: 
https://saude.abril.com.br/medicina/

Veja abaixo:

1) O papanicolau não é feito para detectar DSTs

Não pense que esse exame vai captar toda e qualquer doença sexualmente transmissível. Na verdade, ele sequer confirma a presença do vírus HPV. Em resumo, o teste rastreia a presença de lesões pré-cancerosas (que são provocadas pelo vírus em questão).

Claro que, durante a avaliação do ginecologista, a busca por DSTs em geral também deve ser contemplada. Só que os meios de fazer isso são outros. Recado final deste item: pergunte para o profissional se ele pretende realizar o papanicolau ou não.


2) O resultado demora alguns dias para sair

Muitas mulheres imaginam que esse exame consiste apenas em uma observação atenta do colo do útero. Não se engane: durante o procedimento, o expert coleta material com um equipamento e, na sequência, envia-o ao laboratório para uma análise mais complexa.


3) É um exame preventivo

Como já dissemos, a sacada do papanicolau é indicar lesões pré-cancerosas — ou seja, que vão originar um tumor se não forem removidas a tempo. Trata-se de uma estratégia diferente da mamografia, por exemplo, que detecta o câncer de mama em si.

Portanto, quando você se submete com regularidade ao papanicolau, o risco de desenvolver um tumor de colo de útero, mesmo que inicial, cai demais. Trocando em miúdos, não é um método para diagnosticar a doença, mas para impedir que ela apareça.

Aliás, se o resultado sugerir alguma anormalidade, você precisará realizar outros testes, como a colposcopia, para que os especialistas de fato saibam o que está acontecendo. Entendido?


4) Não precisa ser feito todo ano

As Diretrizes Brasileiras Para o Rastreamento do Câncer de Colo de Útero, do Ministério da Saúde, são claras. Segundo elas, as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual devem começar a fazer o papanicolau a partir dos 25 anos.

As duas primeiras avaliações precisam, sim, ser realizadas com um intervalo de um ano entre elas. Mas, se ambos os resultados vierem negativos (o que é bom), as próximas podem ser repetidas de três em três anos — sem prejuízos às mulheres, que fique claro.

É possível interromper essa estratégia de rastreamento aos 64 anos, desde que os últimos dois exames não tenham indicado sinais suspeitos. Agora, mulheres mais velhas que nunca realizaram o papanicolau se beneficiam ao recorrer a ele mesmo depois dessa faixa etária.

A importância do ultrassom morfológico

postado em 14 de mar de 2019 13:56 por Tiago Morandi

O momento da ultrassonografia é um dos mais especiais durante a gravidez: é a oportunidade de ver o corpinho do bebê se desenvolvendo, descobrir o sexo e verificar se peso e tamanho estão compatíveis com o período da gestação, entre outras tantas utilidades.

A quantidade de vezes em que a mulher faz esse exame por imagem varia muito, a depender da linha adotada pelo médico e também do tipo de acompanhamento pré-natal: quem tem convênio ou faz o acompanhamento particular acaba fazendo mais vezes o exame, ao passo que aquelas que são acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde têm o acesso reduzido.

Mas quantas ultrassonografias, de fato, são necessárias? Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, apenas dois exames ultrassonográficos são indicados para todas as grávidas: as ultrassonografias morfológicas de primeiro e segundo trimestre, necessárias para avaliar as diversas estruturas do feto.

Na primeira morfológica, realizada entre a 11ª e a 14ª semana de gestação, o índice mais importante a ser visto é a translucência nucal (TN), parâmetro que mede o acúmulo de líquido na nuca. Se a medida estiver além do esperado, maior é o risco de a criança apresentar malformações ou síndromes, como a de Down.


Para calcular o risco, leva-se em conta não só a TN mas fatores como a idade materna, a idade gestacional e o histórico familiar. Nem sempre, no entanto, o diagnóstico se confirma: estima-se que 5% dos casos sejam falsos-positivos, isto é, aparecem como positivos na ultrassom, mas a criança nasce sem apresentar a condição.

A segunda ultrassonografia morfológica é realizada no segundo trimestre da gravidez, entre a 18ª e a 20ª semana. Como nessa fase da gestação o feto já está bem desenvolvido, com os órgãos mais definidos, a confiabilidade do exame é muito grande. Durante o procedimento, o médico radiologista é capaz de avaliar estruturas, como calota craniana, cérebro, tórax, estômago e rins, além dos membros e da genitália. Malformações da coluna vertebral, mãos, pés, face e coração também têm um diagnóstico mais preciso.

A partir do resultado, a gestante pode ter que fazer exames mais detalhados. Se o ultrassom acusar problemas no coração, é indicada uma reavaliação por meio de um exame chamado ecocardiografia fetal. Na suspeita de malformação óssea, o médico pode solicitar um exame detalhado dessa estrutura anatômica.

É por meio dessas ultrassonografias que também se confirma ou determina a idade gestacional e, consequentemente, a data provável do parto.

Sexo do bebê
Mas e o sexo da criança? Pois é, na primeira morfológica, os médicos costumam ter um palpite, mas a confirmação por exame de imagem só acontece por volta da 17ª semana. Muitas mulheres optam por fazer uma ultrassom nessa época, apenas para sanar a curiosidade. Para aquelas que só farão as duas morfológicas, somente no segundo exame é mais provável que se saiba se virá um menino ou uma menina.

Mesmo assim, é indicado perguntar ao médico qual a confiança no resultado obtido. A visualização do sexo pelas imagens depende de uma série de fatores. Se, por exemplo, uma parte do cordão umbilical estiver localizada entre as pernas do bebê, pode ser mais difícil de identificar o sexo.

Quais são os sinais de atraso no desenvolvimento de uma criança?

postado em 14 de mar de 2019 11:15 por Tiago Morandi   [ 14 de mar de 2019 11:15 atualizado‎(s)‎ ]

Muitos pais apresentam este questionamento quando levam seus filhos para consulta médica. No entanto, é bom ressaltar que tal dúvida surge no dia a dia, onde os pais notam algumas características nas crianças.

Atitudes como engatinhar, andar, aumentar o repertório, entre outras ações merecem total atenção dos adultos que convivem com o pequeno. É normal que pais e responsáveis comecem a fazer comparação com outras crianças do convívio (sobrinhos, vizinhos e até outros filhos) para constatarem que há um relativo “atraso” no desenvolvimento da criança.

Contudo, é sempre relevante procurar ajuda de Terapeuta Ocupacional para que ele possa avaliar a situação e, assim, dar uma posição acerca do que foi apresentado.

Fonte: https://neurosaber.com.br


Os sinais de atraso no desenvolvimento

Vale apontar alguns dos sinais que mostram que sinais podem ser identificados em casos de atrasos no desenvolvimento. Veja a seguir:

  • – Dificuldade com a habilidade de linguagem e a compreensão da fala da criança;
  • – Dificuldade para desempenhar ações básicas de cuidados, como lavar as mãos, vestir a própria roupa, etc. (Importante salientar que mesmo muito novas, as crianças podem e devem ser estimuladas a algumas ações de higiene pessoal);
  • – Dificuldade com a coordenação motora ampla, aquela que é responsável pelas ações dos principais músculos do corpo: andar, dançar, pular, sentar, etc.
  • – Dificuldade com a coordenação motora fina, que fica a cargo dos pequenos músculos e dão à criança a capacidade de manipular objetos, desenhar, recortar, escrever, entre outras ações;
  • – Dificuldade para habilidade de interação social: quando a criança se mostra arredia em todas as situações que saem do seu contexto familiar.

 

É preciso cautela para analisar os casos

Ao ler alguns dos sinais que podem ser apresentados pelas crianças como atraso no desenvolvimento, vocês devem ter notado que muitas delas mostram tais características. Portanto, é preciso ter muita cautela para considerar uma condição de ‘atraso’.

Para se ter um exemplo, é comum que crianças se sintam intimidadas em algum lugar que elas não conheçam e tenham dificuldade de se relacionar com os demais. Isto não tem nada a ver com atraso, mas uma timidez absolutamente normal. Há que se considerar, no entanto, quais as circunstâncias e a frequência que isso ocorre. Por isso o acompanhamento de um especialista é importante.

 

Há fatores que influenciam no possível atraso do desenvolvimento?

Sim. Alguns fatores podem ser identificados pelos médicos como a causa dessa situação.

Veja abaixo quais são elas:

  • – Complicação durante nascimento;
  • – Bebês prematuros;
  • – Condição genética;
  • – Síndromes que causam distúrbio de comportamento, dificuldades neuropsicomotoras e cognitivas;
  • – Dificuldades de audição;
  • – Entre outras.

 

Número é considerado normal

Segundo pesquisas realizadas acerca do tema, o índice de crianças que apresentam atrasos em algum desenvolvimento varia em uma média que vai de 10% a 15%, em pessoas abaixo dos 3 anos de idade. Há casos de pequenos que levam essas dificuldades até o início do ensino fundamental.

 

O tratamento é sempre importante

A ajuda de um Terapeuta Ocupacional é imprescindível para oferecer à criança a possibilidade de melhorar o seu desenvolvimento e ter uma excelente qualidade de vida.  

Quando a criança precisa do atendimento de Terapia Ocupacional?

postado em 7 de mar de 2019 03:20 por Tiago Morandi

Pais e mães vivem cercados de dúvidas. Durante o desenvolvimento na primeira infância, a criança demonstra suas habilidades. Esse conjunto de ações costuma ser praticado de maneira espontânea e quase no mesmo período. É importante frisar a palavra quase para não utilizarmos a generalização como algo determinante.

Embora cada criança tenha o seu próprio ritmo, é inegável que qualquer sinal de atraso pode implicar em uma preocupação para os adultos. Sendo assim, quando uma criança demonstrar alguma dificuldade relacionada ao fator psicomotor (para citar apenas um dos exemplos, pois há uma série de fatores que são indicativos de algum problema que afeta o pequeno), a ajuda de um profissional especializado deve ser solicitada.
Fonte: 
https://neurosaber.com.br/

Por que a Terapia Ocupacional?

A Terapia Ocupacional trabalha com exercícios e terapias que promovem a reabilitação de pessoas que apresentam alguma limitação no aspecto psicomotor e cognitivo. Os profissionais que atuam na área realizam suas atividades junto de seus pacientes a fim de providenciar uma maior autonomia por parte da criança em seu próprio desenvolvimento. O terapeuta ocupacional pertence às profissões que estão incluídas no campo da saúde.

Que sinais são indicativos que meu filho precisa de acompanhamento?

Como a terapia ocupacional estabelece tratamentos que abordam determinadas parte do corpo e da vida de uma pessoa, os pais precisam acompanhar de perto o dia a dia da criança. Tudo isso devido aos pequenos gestos que ela esboça quando brinca com algum objeto, quando tenta engatinhar; quando o pequeno está na fase escolar e não consegue escrever ou manusear um lápis; quando a criança se confunde com frequência a noção de direita e esquerda, entre outros sinais.

A importância do acompanhamento profissional

Obviamente que somente com o acompanhamento de um profissional da área é que suas dúvidas serão sanadas. É importante que os casos de um suposto atraso cognitivo ou psicomotor sejam levados ao conhecimento do terapeuta ocupacional. Se for algo mais grave, o próprio profissional encaminhará ao especialista que pode solucionar o problema.

Para crianças que precisam de terapia ocupacional, os exercícios propostos pelos profissionais envolvem objetos e toda uma estrutura que proporciona a prática de movimentos. Essas atividades terapêuticas trazem a autonomia e uma excelente qualidade de vida à criança e aos pais.

E se o problema apresentado for uma comorbidade?

É muito comum que algum sinal de atraso também seja resultado de um transtorno. Nesse caso, a criança precisa passar pelo terapeuta ocupacional, mas com o tratamento realizado também por outros profissionais. O trabalho deve ser em equipe.

As implicações mais sérias quando a consulta não é com o médico Oftalmologista!

postado em 21 de fev de 2019 15:17 por Tiago Morandi

Fazer exame de vista com pessoas sem formação médica ligadas ao comércio óptico é ilegal e perigoso para a saúde! Alertas sobre esse tipo de cuidado e as implicações circulam nas mídias, em forma de entrevistas com especialistas e matérias específicas, há algum tempo, e é importante entender o porquê dessa contraindicação. 

Confira esta matéria! 

Fonte original: http://cbo.net.br/novo/publicacoes/revista_vejabem_17_online.pdf

Em primeiro lugar porque não é Confiável

Somente o médico oftalmologista pode dar o diagnóstico preciso sobre a saúde dos olhos dos pacientes, se têm patologias oculares, além das doenças refrativas e até se os óculos são realmente necessários. Pessoas sem formação médica ligadas ao comércio óptico geralmente são incentivadas a prescrever óculos sem que haja necessidade, somente para obter mais uma venda.

Depois, porque pode não identificar doenças oculares

O exame de vista não se resume a resolver problemas de refração, que são doenças, pela prescrição de lentes de grau. É possível que o paciente apresente outros tipos de problemas cuja correta identificação exige conhecimentos adquiridos com anos de estudo e equipamentos de uso exclusivo dos médicos oftalmologistas.

Afinal de contas, uma consulta completa demora mais do que alguns minutos

Uma consulta com um especialista, geralmente, demora mais do que poucos segundos, isso porque ele pergunta sobre sintomas, histórico familiar, uso de lentes corretivas, o grau, etc. A partir dessa conversa, o médico oftalmologista vai decidir que testes serão necessários e quais serão os riscos. Se, por exemplo, alguém na família tiver glaucoma, há um teste específico para avaliar a situação do paciente. Ele vai avaliar, também, movimentos, campo de visão e outros.
 
Essas etapas demandam mais tempo para serem mais precisas. 

Volta às aulas: hora do check up oftalmológico!

postado em 8 de fev de 2019 10:09 por Tiago Morandi

Com a volta das atividades escolares, você já levou seu pequeno para uma consulta oftalmológica?

Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia mostram que cerca de 10% das crianças abaixo dos 4 anos de idade precisam de óculos. Esse número sobe para 20% naquelas até 10 anos e 30% nos adolescentes. E o diagnóstico precoce é fundamental para uma boa evolução do tratamento. Alterações visuais podem prejudicar o rendimento escolar das crianças.




A escola é um local muito importante para a detecção de alterações na visão. Muitas vezes as próprias professoras notam dificuldade na criança, como dificuldade em enxergar, piscar em excesso, franzir a testa para ver o quadro, dor de cabeça no final do dia ou mesmo atraso no aprendizado.

Alguns sinais e sintomas podem ser um alerta para alterações visuais e podem ser observados pelos pais. Fique atento se seu filho:

  • cai ou esbarra nas coisas com muita frequência;
  • pisca muito;
  • não tem interesse por atividades que requeiram esforço visual (leitura, tablets, computadores…);
  • apresenta muita sensibilidade à claridade;
  • coça muito os olhos;
  • aproxima-se demais para assistir televisão;
  • queixa-se com frequência de dor de cabeça ou dor nos olhos;
  • entorta a cabeça para enxergar;
  • apresenta dificuldade no aprendizado e baixo rendimento na escola.

Esses sinais devem levar à suspeita de alguma alteração ocular. No entanto, na maioria das vezes, a criança não tem queixa alguma e é exatamente por isso que frisamos a importância de uma consulta de rotina com o oftalmologista já no primeiro ano de vida e no início das atividades escolares.

Quais são as principais alterações visuais em crianças?
Os principais problemas visuais são os erros refrativos: miopia, astigmatismo e hipermetropia; que são corrigidos com o uso de óculos. Em crianças SEMPRE devemos dilatar as pupilas para avaliar o grau com precisão e avaliar o fundo de olho.

Outras alterações comuns são:

estrabismo: desvio dos olhos;
ambliopia: também conhecida como visão preguiçosa, muitas vezes requer tratamento com tampão ocular;
alergia ocular: se manifesta principalmente com vermelhidão e coceira nos olhos.
 

Diversas outras alterações podem estar presentes e, como já dito anteriormente, muitas delas são assintomáticas. Por isso, procure sempre a opinião de um oftalmologista!

Por que os olhos pedem cuidados e óculos de sol neste verão!

postado em 31 de jan de 2019 08:15 por Tiago Morandi   [ 31 de jan de 2019 08:17 atualizado‎(s)‎ ]

Chegamos ao verão, uma época do ano que exige atenção extra com a visão. É que os olhos podem sofrer agressão da radiação solar e ficar mais expostos a lesões na córnea e na retina, bem como a doenças como catarata e pterígio (a formação de uma membrana sobre o globo ocular). Daí a importância dos óculos de sol, artigos que, desde sua invenção, se tornam cada vez mais populares no mundo.




Utilizados tanto para fins estéticos como para providenciar melhor conforto visual, eles devem apresentar uma característica importante, porém muitas vezes negligenciada na hora da compra: a proteção contra os raios ultravioleta (UVA e UVB). Tal proteção deve ser atestada e adequada para barrar, de fato, os efeitos nocivos do sol.

Caso as lentes escuras não tenham a capacidade de impedir a chegada da radiação, o perigo é ainda maior. O uso de óculos de sol de origem duvidosa, como aqueles acessórios falsificados vendidos por aí, pode levar a danos ainda mais expressivos do que aqueles sofridos por quem nunca usa óculos.







Por quê? O olho humano possui mecanismos de defesa naturais contra a luminosidade, como a contração da pupila e o fechar da pálpebra. As lentes escuras inibem tais mecanismos, de modo que, se elas não tiverem as qualificações necessárias para resguardar a visão, os raios solares irão atravessá-las e afetar o globo ocular de forma ainda mais severa do que na ausência dos óculos de sol.

Outras lentes indicadas para a proteção contra os raios ultravioleta são aquelas de óculos de grau com tratamento fotossensível ou fotocromático. Elas têm um componente químico que, ao entrar em contato com a luz solar, se decompõe. Assim, essas lentes mudam de cor, escurecendo em ambientes com muita luz e clareando em situações de pouca luz.

Por essas e outras, além das consultas regulares ao oftalmologista, é fundamental que, na escolha dos seus novos óculos de sol, você verifique sua qualidade e certificação. É o jeito de evitar problemas oculares no futuro.

Fica a dica! Antes de tomar qualquer decisão, procure o médico especialista!!

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